segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Reflexão...


Estamos em ano de eleições. Nomeadamente de eleições autárquicas.

Olhando para o que foram estes (praticamente) oito anos de gestão PSD/PP na Câmara Municipal de Sintra apenas apetece evocar a frase de Aulo Pérsio:

"Do nada, nada vem; e ao nada, nada pode reverter".

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Referendo na Venezuela


Amanhã será dia de referendo na Venezuela. Está em causa a emenda constitucional proposta por Hugo Chavez para que possa eternizar-se no Poder como Presidente.

Não deixa de ser espantoso que alguns que por cá tanto falam de "liberdade" e de "democracia" a propósito e a despropósito de tudo e de nada, não tenham agora uma palavra para censurar esta atitude do proto-ditador venezuelano. Pior - muitos deles apoiam-no claramente, tal como continuam a apoiar (ou já o fizeram no passado) outros "democratas" da mesma estirpe, tudo em nome da "revolução", a tal do partido único, supressão das liberdades, controlo total do Estado, etc.

Depois deste referendo, o que se seguirá nos planos de Chavez para fazer da Venezuela uma nova Cuba?...

Cada cabeça, sua sentença...



No PSD continua a grande bagunça!... Agora veio Ângelo Correia afirmar que, se dependesse dele, a presidente do partido, Manuela Ferreira Leite, sairia já amanhã da direcção do mesmo, tal a má imagem junto do eleitorado e os fracos resultados para que as sondagens apontam.

Sabendo que a aposta para líder do PSD, por parte de Ângelo Correia, é o jovem Pedro Passos Coelho, digamos que seria como fugir da forca e acabar a cair de um precipício, pelo menos no que diz respeito à criação de uma real alternativa para candidato a Primeiro-Ministro…

No actual cenário de crise o que o País necessita é de uma liderança forte, decidida, optimista e capaz de procurar soluções em vez de apenas lamentar os problemas. Diga-se o que se disser, e para lá de todas as campanhas de ataque pessoal, neste momento essa liderança só pode ser conduzida pelo PS e por José Sócrates – esperemos que os eleitores compreendam o que está em jogo e não desperdicem o seu voto no mero “protesto” circunstancial, preferindo antes contribuir para uma solução governativa estável e maioritária.